Te Louvarei

Pise nas Águas

Quaresma


"Neste tempo especial de graças que é a Quaresma devemos aproveitar ao máximo para fazermos uma renovação espiritual em nossa vida. O Apóstolo São Paulo insistia: "Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!" (2 Cor 5, 20); "exortamo-vos a que não recebais a graça de Deus em vão. Pois ele diz: Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação." (2 Cor 6, 1-2).

Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias (um longo tempo) antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma a Igreja quer ensinar-nos como vencer as tentações de hoje. Daí surgiu a Quaresma.

Na Quarta-Feira de Cinzas, quando ela começa, os sacerdotes colocam um pouquinho de cinzas sobre a cabeça dos fiéis na Missa. O sentido deste gesto é de lembrar que um dia a vida termina neste mundo, "voltamos ao pó" que as cinzas lembram. Por causa do pecado, Deus disse a Adão: "És pó, e ao pó tu hás de tornar". (Gênesis 2, 19)

Este sacramental da Igreja lembra-nos que estamos de passagem por este mundo, e que a vida de verdade, sem fim, começa depois da morte; e que, portanto, devemos viver em função disso. As cinzas humildemente nos lembram que após a morte prestaremos contas de todos os nossos atos, e de todas as graças que recebemos de Deus nesta vida, a começar da própria vida, do tempo, da saúde, dos bens, etc.

Esses quarenta dias, devem ser um tempo forte de meditação, oração, jejum, esmola."

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=8321



DVD - A Vitória vai chegar


Capa do meu primeiro DVD
- A Vitória vai chegar -

EM BREVE NAS LOJAS

Peregrinação: "A Vitória vai chegar"


Em 2012 conheça a TERRA SANTA, Roma, Assis e a França com o Padre Hewaldo Trevisan, na Peregrinação: "A Vitória vai chegar".
Informações: (11) 2797-9011

Epifania do Senhor, onde a estrela parou.

"Epifania, palavra de origem grega, significa "manifestação externa, aparecimento".
A estrela que guiou os Reis Magos parou num humilde presépio, onde nascera o Menino Jesus e onde Maria e José permaneceram por algum tempo, cuidando, contemplando e adorando o Menino-Deus. A estrela leva a Jesus. O ambiente é rústico, simples e pobre, mas a estrela indica a grandeza do Filho de Deus, que se tornou humano para que nós pudéssemos nos tornar divinos.
Na nossa vida, o Espírito Santo também se faz estrela, conduzindo-nos a Jesus. Que cada um de nós, como os Reis Magos, aprenda a seguir, com admiração, interesse e amor essa estrela que sempre quer brilhar para nós".

Por: Dom Eurico S. Veloso - Comunidade Canção Nova

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12617

Ano Novo, Coração Novo




Um coração envelhecido é aquele que desistiu de amar




Estamos acostumados aos rituais, às comemorações, às celebrações. Quando um ano se encerra e outro se inicia, celebramos o Dia da Paz, a confraternização entre os povos. Quando um novo ciclo se inicia, somos convidados a renovar algo em nós. Quem sabe, neste novo ano, possamos ter um coração novo.

O coração é a metáfora dos sentimentos, das intenções. Um coração envelhecido é aquele que desistiu de amar, que não acredita na humanidade e que, consequentemente, se fecha. E é, por isso, solitário. A solidão pela ausência do amor envelhece o coração.


As desculpas para um coração envelhecido recaem nas decepções com as pessoas que amamos.
Reclamamos dos erros dos outros, lamentamos as atitudes incorretas de nossos irmãos e, assim, optamos pelo fechamento. Vivemos condenando nossa triste situação. Pais, filhos, amigos, parece que não há ninguém de valor a nosso lado. Pensamos como seria bom se eles mudassem, se eles melhorassem.


(...)

O tempo pode ser uma boa escola. Ele nos ensina a tolerância, o respeito às limitações do outro e às nossas próprias limitações, a bondade no julgar. É uma lição de vida a reflexão de Madre Teresa de Calcutá: "Quem julga as pessoas, não tem tempo para amá-las".

Às vezes, os pais exigem dos filhos algo que não podem dar. O inverso é verdadeiro. E na relação entre o casal também. Cada ser é único. E talvez grande parte dos erros não sejam intencionais.


Meu irmão, não espere que o outro mude. Mude você. Diga à pessoa que você ama: "Quem tem que mudar sou eu, para que você seja mais feliz". E, se precisar, complete com o pensamento de Madre Teresa: Não vou perder tempo julgando, quero gastar esse tempo amando.


E é esse o convite para o novo ano. A consciência de que a sua família será melhor se você for melhor. Que o seu trabalho será melhor se você for melhor. Que o mundo, esse grande coração que pulsa, será renovado se o seu coração for renovado.Feliz ano novo, feliz coração novo.



Deus abençoe este novo ano!

Música: Sabor de Mel (03/11/2011)


O agir de Deus é lindo
Na vida de quem é fiel
No começo tem provas amargas
Mas no fim tem o sabor do mel
Eu nunca vi um escolhido sem resposta
Porque em tudo Deus lhe mostra uma solução
Até nas cinzas ele clama e Deus atende
Lhe protege
Lhe defende
com as suas fortes mãos
Você é um escolhido
E a tua história não acaba aqui
Você pode estar chorando agora
Mas amanhã você irá sorrir.

Deus vai te levantar das cinzas e do pó
Deus vai cumprir tudo que tem te prometido
Você vai ver a mão de Deus te exaltar
Quem te vê há de falar
Ele é mesmo o escolhido.

Vão dizer que você nasceu pra vencer
Que já sabiam porque você
Tinha mesmo cara de vencedor
E que se Deus quer agir ninguém pode impedir
Então você verá cumprir cada palavra
Que o Senhor falou,

Quem te viu passar na prova
E não te ajudou
Quando ver você na benção
Vão se arrepender
Vai estar entre a plateia
E você no palco
Vai olhar e ver
Jesus brilhando em você
Quem sabe no teu pensamento
Você vai dizer
Meu Deus como vale a pena
A gente ser fiel
Na verdade a minha prova
Tinha um gosto amargo
Mas minha vitória hoje
Tem sabor de mel.

Tem sabor de mel
Tem sabor de mel
A minha vitória hoje
Tem sabor de mel.

Música: Sabor de Mel
Cantora: Damares

A vida após a morte! Uma reflexão para o dia de finados.


Refletir sobre a morte sempre foi algo difícil para todos. Porque quando se fala em morte se pensa logo em separação, distância e sofrimento.

Quase todas as religiões possuem uma doutrina sobre a questão da vida após a morte. Para nós cristãos, após a ressurreição de Jesus, a morte ganhou um novo sentido. Pensamos na morte como uma passagem para a vida plena que o próprio Jesus nos garantiu em suas palavras: “Eu vim para que todos tenham VIDA” ( Jo 10, 10).

O sentido pleno destas palavras é que Jesus com sua morte redentora nos abriu para sempre as portas da eternidade. Somos caminheiros do céu. Portanto a morte para nós não é um final trágico de nossa existência, mas uma passagem para a vida que não terá fim.

Esta vida material tem que terminar um dia para que a semente da eternidade que está em cada pessoa humana possa florir e crescer.

Toda matéria tem seu início, meio e fim. O que nunca terá fim é nossa alma, criada por Deus e que viverá para sempre em sua presença.

Jesus também nos consolou dizendo: “Na casa de meu Pai há muitas moradas”, por isso temos a certeza em nosso coração que estaremos juntos na casa do Pai e viveremos esta vida em plenitude que Jesus tanto nos falou.

“Todo aquele que vive e crê em mim, viverá para sempre”.

Como é bom saber que temos no céu um “lugar” reservado para nós. Uma “morada” de plena felicidade, pois quando estivermos com Deus para sempre não teremos mais nenhuma necessidade humana, pois Deus será tudo em todos!

Por isso diante da morte, você tem o direito de ficar triste sim, de chorar também, como Jesus chorou a morte de seu amigo Lázaro, de viver o seu luto e sua dor, e a saudade que brota em seu coração.

Não é pecado algum ter saudade de quem se foi e prestar a ele uma homenagem! Pois nós cremos na comunhão dos santos e sabemos que diante de Cristo, um dia viveremos para sempre.

A morte é apenas uma passagem, um desatar de nós, um desabrochar para outra maneira de viver... É a comunhão plena com Cristo e com todos aqueles que já estão na casa do Pai.

“Não se preocupem, pois na casa de meu Pai há muitas moradas”.

Padre Hewaldo Trevisan

"Show Louvor Acústico em homenagem ao Pe. Zezinho", dia 13/10/2011

(Clique na imagem para ampliar)



Um Zezinho que não deu para ser anônimo.

Há mais ou menos 35 anos atrás quando ainda jovem dirigente de grupos de jovens, num encontro num ginásio de esportes na cidade de Jundiaí, entrou um jovem sacerdote com violão na mão, faço questão de recordar o violão, pois era uma novidade em termos de Igreja, cantando: “Um certo dia a beira mar apareceu um jovem Galileu” .

Aquela visão mexeu comigo, como tenho certeza, mexeu com o coração de muitos jovens, dentre os quais muitos abraçaram a vida sacerdotal.

Aquele jovem sacerdote, cantando: “Alô meu Deus fazia tanto tempo que eu não mais te procurava”... Sem perceber estava sendo responsável por uma revolução que mudaria o rosto da música litúrgica e da música católica em geral.

Aquele jovem sacerdote, cantando: “Pra não ferir ninguém eu vim te procurar”... Estava, sem querer, fazendo que uma nova época chegasse para os músicos católicos e para a Igreja do Brasil.

Suas canções, se surpreendam, passam de 1700, já foram gravadas em vários idiomas e atingiram vários países da Europa e América Latina.

Se destaca igualmente, como grande escritor e seus livros, acima de 80 publicações, sempre catequéticos e formadores.

Imaginem a minha alegria e emoção , quando passado alguns anos tomei a decisão de ser Padre e na minha primeira aula de Teologia da Comunicação, aquele jovem sacerdote, de anos atrás, entrou na sala de aula e disse: “EU SOU O NOVO - PROFESSOR DE VOCÊS”. SER O NOVO É SER O DIFERENTE DO QUE VEIO ANTES E SER A POSSIBILIDADE DE ALGO BOM ACONTECER VIDA DE ALGUÉM. Este NOVO tornou-se exatamente isto. Fez a diferença na minha vida e na vida daqueles jovens estudantes que se preparavam para o ministério sacerdotal...

E por aí adiante aquele sacerdote que reza: “Mãe do Céu Morena, Senhora da América Latina”, que fala da família de um jeito singular: “Das muitas coisas do meu tempo de criança”... Que faz qualquer criança cantar: “Um dia uma criança me parou, olhou nos meus olhos e a sorrir”, que teve a ousadia dizer: “Maria que fez o Cristo falar, Maria que fez Jesus caminhar”... Que deu um grito de vida à Amazônia, e se autodenomina: “Ave pequenina”, quis ser apenas um Zezinho!

Mas seus muitos talentos, suas canções proféticas, sua poesia suave e felina, sua voz macia e penetrante, seu olhar forte, dominador e ao mesmo tempo doce e sereno, seus escritos e sua musicalidade, fizeram e fazem dele um Padre Zezinho, conhecido e amado e por todos.

Não deu para ficar no anonimato aquele Zezinho que Deus chamou e determinou que fosse luz para os povos e voz daqueles que sofrem.

Não deu para ficar debaixo da mesa este Candelabro que o Senhor erigiu para conduzir através das canções a musicalidade da sua Igreja.

Não deu para calar a voz deste profeta que hoje nós homenageamos por completar a idade da perfeição: 70 anos de VIDA e 45 anos de música.

Falo em nome do clero, falo em nome dos padres cantores que evangelizam através da música, falo em nome dos músicos católicos do Brasil, falo em nome da juventude católica.

José Fernandes de Oliveira receba hoje a singela homenagem dos jovens cantores que querem trilhar o seu caminho.

Padre Hewaldo Trevisan

www.amigosdafe.com.br

(texto lido por ocasião da Homenagem ao Pe. Zezinho no Teatro Grande Otelo SP em 13/10/2011).


Fotos: www.portalcatolico.org.br